FICHAMENTO - Software Livre
O posicionamento dos veículos de divulgação tecnológica.
Artigo de: Jefferson Sérgio Paradello
Ao falar sobre a tecnologia e a mudança que o mundo passou com a invenção desse meio de comunicação, o autor do artigo fala um pouco sobre um dos maiores conglomerados do meio, a Microsoft.
O Windows, sistema operacional da empresa de Bill Gates está presente em mais de 89,6% dos computadores ao redor do mundo. Por conta disso não é difícil de se imaginar que quaisquer que sejam os trabalhos acerca da internet e de meios tecnológicos provenientes dela tenham realmente um espaço considerável de discussão dento dos debates que envolvem o tema.
Não é à toa que as empresas de tecnologia e os seus produtos sejam sempre pautas nos maiores campos de discussões ao redor do globo, porque tudo o que lhe diz respeito acaba também afetando à um grande percentual de interessados que utilizam os recursos da internet todos os dias.
O autor lembra dos concorrentes da Microsoft. Apple com o seu Mac OS X e o Linux que se diferencia dos outros dois por ser um Software Livre, produzido coletivamente por pessoas ao redor do mundo. Seu sistema nunca é fechado, possibilitando que mudanças em sua arquitetura de programação ocorra a todo tempo e de maneira ilimitada, uma vez que o processo de criação não se detém a um único indivíduo ou propriedade intelectual, mas o software é editado em conjunto e aperfeiçoado coletivamente.
E também há algo no Linux que o diferencia, ele é gratuito.
Além dos fatores citados sobre o Linux, outra característica também chama atenção. O aspecto do segurança ao usuário que o software apresenta. Por ser um sistema aberto e de produção coletiva, seria razoável pensar que o sistema poderia oferecer riscos aos seus usuários no tocante à sua segurança e experiência privativa do produto, mas os resultados apresentados se mostram bastante favoráveis a esse respeito, mas favoráveis até comparados às grandes potências Microsoft e Apple, que possuem sistemas fechados.
O autor ressalta ainda que é importante saber diferenciar Software Livre e Software gratuito. O software livre é todo aquele que se permite alterar e melhorar um conteúdo de maneira coletiva. Podendo desta forma ajudar diversas pessoas com um material de qualidade e com uma segurança mais confiável ao usuário. E ainda quando fala sobre isso no texto o autor menciona que o Linux além de ser Livre também é gratuito. Além do sistema permitir ao programador melhorar o seu conteúdo, ele também pode ser adquirido de maneira gratuita, possibilitando uma melhor aproximação das pessoas em relação à internet, ou seja, Inclusão.
Diferentemente do Linux, o Windows não é gratuito e apesar do sistema operacional da Microsoft ser o mais utilizado no mundo, a maioria deles é adquirido de maneira clandestina, ou seja, grande parte dos produtos Windows são piratas. Isso por conta dos preços altos impostos pela empresa, que se tivessem uma motivação um pouco menos gananciosa poderia ter uma relação de custo-benefício melhor que o esperado. Mas ainda assim alguns intendentes da empresa acreditam que a comercialização clandestina dos produtos possa ter mais bônus que ônus, uma vez que o produto se torna mais conhecido e divulgado, ocasionando numa dependência dos produtos da Microsoft ao longo do tempo.
Consta no texto que ainda existem muitos preconceitos acerca dos softwares livre. Muitos acham que eles são difíceis de lidar e onerosos na aprendizagem. Outro ponto importante é que os softwares livres dispõe de um número menor de programas compatíveis em relação aos seus concorrentes no que diz respeito aos programas populares de edição de fotos e vídeos, por exemplo. Isso sem dúvida alguma dificulta a inserção desse tipo de produto nos computadores pessoais ou mesmo das grandes empresas, apesar de que tem aumentado o número de computadores com o Sistema Linux em grandes empresas.
No início do Linux, data de 1991, o seu conteúdo era voltado para pessoas que tinham curiosidade de conhecer mais sobre programação e a partir disso poder participar de um tipo de ajuda-mútua com outros programadores e assim estabelecer um novo modelo de se fazer coletivo. Mas ainda assim o Linux ainda não conseguiu se popularizar da maneira idealizada, já que o Windows ainda consegue ser um pouco mais intuitivo e de interface gráfica mais agradável e customizável. Apesar de que o Linux possui distribuições em seu sistema de configurações que vão dos usuários domésticos até os usuários corporativos.
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