domingo, 16 de outubro de 2016

Fichamento Nicholas Carr - The Shallows





Nicholas G. Carr (nascido em 1959) é um americano escritor que publicou livros e artigos sobre tecnologia, negócios e cultura. Seu livro Os Shallows: O que a Internet está fazendo com nossos cérebros foi um dos finalistas para o 2011 do Prêmio Pulitzer . Em Geral Não-ficção.
Nicholas Carr originalmente veio a proeminência com o 2003 da Harvard Business Review artigo "IT Does not Matter" e do livro 2004 Does IT Matter? Tecnologia da informação e do Corrosion of Competitive Advantage ( Harvard Business School Press ). Nestas obras amplamente discutidos, ele argumentou que a importância estratégica da tecnologia da informação nos negócios diminuiu de TI se tornou mais comum, padronizado e mais barato. Suas idéias roiled indústria de tecnologia da informação,  estimulando protestos acalorados de executivos da Microsoft , Intel , Hewlett-Packard e outras empresas de tecnologia de ponta, embora as ideias obteve respostas mistas de outros comentaristas. Em de 2005, Carr publicou o polêmico artigo "The End of Computing empresarial" no MIT Sloan Management Review , no qual argumentava que no futuro as empresas vão comprar a tecnologia da informação como um serviço de utilidade de fornecedores externos.

Nicholas Carr em O que a internet está fazendo com as nossas mentes



Uma das características mais visíveis no texto do Nicholas Carr é a menção que ele faz ao autor Mcluhan. Em muitas das assertivas do texto, Nicholas Carr cita uma das frases mais “desgastadas” no campo de estudo das mídias de massa, “o meio é a mensagem”. E é com base nesse argumento que o artigo mantém um ponto de vista claro, ressaltando que a tecnologia tem sim uma forte influência no modo de viver das pessoas.
Para os entusiastas as novas formas de tecnologias são formas de democratizar a informação e de se produzir novos conteúdos. Já para os céticos essa nova forma de comungar conhecimento pode ocasionar um “emburrecimento” da mídia. Segundo eles a abundância pode ser perigosa.
Nicholas também cita a internet como uma ferramenta mais recente que estimulou de maneira bem satisfatória esse debate que existe sobre a forma de utilização da própria ferramenta. Explicando de uma maneira melhor, a internet fortaleceu e abriu os horizontes do diálogo entre as pessoas. Nem sempre o diálogo é feito de maneira sadia, mas a ferramenta está aí disponível. Então nesse aspecto a polarização Entusiastas x Céticos se encontra em bastante evidência.
Segundo o autor, as pessoas esqueceram do que Macluhan falou: o conteúdo das mídias importa menos que ela própria, na sua capacidade de influenciar e produzir novos tipos de conteúdos e repercussões.
É interessante a assertiva: “O foco no conteúdo de uma mídia específica pode nos cegar para esses profundos efeitos. Nos deslumbramos tanto com a programação, ou nos incomodamos tanto com ela, que deixamos de perceber o que está acontecendo dentro de nossas cabeças”.
Macluhan rejeitava completamente a ideia de que as novas tecnologias, ou o produto em si, não tinha a capacidade de influenciar o indivíduo. Enquanto alguns acreditavam que o problema não estava com os produtos, imputando a tese que os verdadeiros culpados eram as pessoas que não sabiam utilizar as novas tecnologias.
O texto também entra numa questão super importante quando Nicholas Carr entra no mérito da nossa dificuldade de concentração em atividades do dia a dia. Nesse aspecto Carr fala mais especificamente da dificuldade de concentração na leitura, que muitas vezes se torna uma luta constante.
Quando o autor fala sobre as dificuldades de concentração que temos, é quase imediato a perspectiva que essa dificuldade também acomete sobre nós e naturalmente nos identificamos com tal comportamento que o autor reconhece existir em si.
Para Macluhan as mídias não são apenas canais de informação. Elas fornecem o material de pensamento, mas também moldam o processo de pensamento.
Parece que com o fluxo contínuo de informações que a internet conseguiu oferecer, falando aqui especificamente do Google, a nossa mente parece que também seguiu por esse caminho. As informações vem e vão da nossa mente, mas de uma forma bem superficial.
O autor dá exemplos de 3 pessoas com uma boa instrução acadêmica, mas que também sofrem por não conseguirem mais ler tantas coisas e absorver o conteúdo delas. Como dizem “apenas passam o olho por cima”.

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